Total de visualizações de página

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Capitão Sky e o Mundo do Amanhã

Capitão Sky e o Mundo do Amanhã (2004) é um filme original e surpreendente. Fruto da dedicação extrema do então estreante cineasta, Kerry Conran, o filme foi todo realizado com tecnologia digital. Dos cenários aos objetos de cena, tudo o que aparece na tela não é real. Só os atores é que são! Em todas as cenas os atores contracenaram sobre um fundo azul. Um recurso nunca antes usado de forma tão radical. Estrelado por Jude Law, que também assina a produção, Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie, o filme traz ainda o falecido ator Laurence Olivier (1907-1989) numa pequena ponta. Um feito que só encontra precedente no divertido Cliente Morto Não Paga, de Carl Reiner, produzido em 1982.
E apesar de utilizar toda uma tecnologia de última geração, o filme é saudosista e tem um visual retrô que evoca as velhas matinês do passado.
A trilha, de Edward Shearmur, faz o mesmo ao mostrar uma música épica e ágil como nos antigos filmes de aventura.
A seguir, ouça a faixa título The World of Tomorrow. Com fotos.


video

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Anatomia de um Crime - Duke Ellington

Clássico filme de tribunal dirigido por Otto Preminger, em 1959, com música de Duke Ellington.
James Stewart faz um advogado do interior contratado para a defesa de um tenente do exército, Ben Gazzara, acusado de matar o estuprador de sua esposa, Lee Remick.
Um filme com diálogos ágeis e inteligentes que só a velha Hollywood sabia fazer!
Uma curiosidade: o personagem do juiz Weaver do filme foi feito por um juiz de verdade na época, Joseph N. Welch, em um papel anteriormente recusado respectivamente por Spencer Tracy e Burl Ives.

Para saber mais, clique Aqui.


terça-feira, 7 de outubro de 2008

Perdidos no Espaço 1998 - Bruce Broughton

Bruce Broughton assina uma inspirada trilha sonora para a refilmagem de Perdidos no Espaço.
A seguir, a faixa título Lost in Space:

video

Perdidos no Espaço - John Williams

Quem foi criança nos anos 1970 certamente se lembra de Perdidos no Espaço, série de ficção científica da TV americana produzida por Irwin Allen entre os anos de 1965 e 1968. E, claro, não se esquece principalmente das memoráveis cenas entre o Dr. Zachary Smith (Jonathan Harris) e o Robô (voz original de Dick Tufeld) com suas divertidíssimas trocas de insultos. (Na versão brasileira, o Dr. Smith foi dublado por Borges de Barros* e o Robô, respectivamente, por Amauri Costa e Gilberto Baroli).
No Brasil a série foi reprisada com alguma regularidade ao longo dos anos podendo atualmente ser vista (ou revista!) na Rede Brasil de Televisão.
A trilha: composta por John Williams, tornou-se também tão memorável quanto a série!
Em 1998, foi produzido para o cinema um ótimo remake de Perdidos no Espaço estrelado por William Hurt (Prof. John Robinson), Mimi Rogers (Dra. Maureen Robinson) e Gary Oldman (Dr. Smith). A curiosidade maior ficou por conta da participação especial de 5 integrantes do elenco original da série como Mark Goddard (ex-Major West da série), agora como o General, June Lokhart (Maureen), como a diretora da escola de Will Robinson, Marta Kristen (Judy Robinson), repórter, Angela Cartwright (Penny), repórter 2 e Dick Tufeld novamente como o Robô.
Na época, o ator Bill Mumy foi impedido de interpretar Will Robinson adulto nessa produção devido a obrigações contratuais com a série Babylon 5, exibida pela Warner Channel entre 1994 e 1998.



video

*Barros foi um humorista conhecido como o "homem das mil caras e das mil vozes" tamanha era sua versatilidade. Na Praça da Alegria, de Manoel da Nóbrega (1913-1976), por exemplo, personificou o notório mendigo metido a milionário, personagem que fazia críticas políticas em plena ditadura! Seu último trabalho foi em A Praça é Nossa do SBT, de Carlos Alberto de Nóbrega, filho de Manoel, vindo a falecer em dezembro de 2007 aos 84 anos de idade.


quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Matrix Reloaded - Don Davis

A grandiosa cena de perseguição na estrada em Reloaded exigia uma música tensa e vibrante. E foi o que Davis fez em Mona Lisa Overdrive. Não por acaso, o título desta composição é uma referência direta ao volume 3º da trilogia Neuromancer escrita por William Gibson na década de 1980!
Áudio somente:


video